Wednesday, 10 September 2014

Session II.15 – The Return of Dracopegasus

You can't beat flying dinossaurs posing as horses



I have to say that this session had EVERYTHING I could wish for. Almost five hours of vivid combat, devoid of “mindless dungeon crawl”, with the story elements coming to knock in the middle of the fight. «Gentlemen...I be placed in a bewilderment!»
Having the dracopegasus – I guess now we can officially call him that – sniff the air elemental in order to FINISH HIM was, without false modesty, an amazing idea. Igor’s face changed color when I announced it. :)
Unlike the cocaine-addict-pegasus, having the mecha-centaur storm the pyramid in mid-fight to capture one of the PCs wasn’t an impromptu decision. Yes, younglings, I do like to save the Ace of Spades. But not in a million years could I anticipate that I would drop the zelekhut out-of-the-sky in the moment the paladin charged towards the pyramid’s main chamber, all Conan-like, with the poor necromancer praying to the god of death pierced at the tip of his lance. Having the dracopegasus rip his throat while affected by a fly spell, thus leaving him floating in the air was just a plain gore goodie-goodie touch.
This was without any doubt one of the most memorable fights I’ve seen in D&D in terms of story meets scenario.
And we’re only at the pyramid’s doorstep…

The rules questions we had where addressed in the previous post.
Oh, and regarding the session chronicle’s Epilogue, I bet my nine-pieces-of-eight that you will say: «Twice in one day, I find myself in a bewilderment. »
Session Chronicle: link

Knock, knock!
Who’s there?
Dracopegasus,
BLEAAARGH!!!

Tuesday, 9 September 2014

Error 404: Channel Energy and Vision of Madness



Q: Does the area from channel energy (burst) affect in 3D?
A burst, cone, cylinder, or emanation spell affects only an  area,  creature,  or  object  to  which  it  has  line  of  effect from  its  origin  (a  spherical  burst’s  center  point,  a  cone shaped  burst’s  starting  point,  a  cylinder’s  circle,  or  an emanation’s point of origin).

Q: Would channel energy affect the Inevitable?
Many spells affect “living creatures,” which means all creatures other than constructs and undead.

Q: Being the Inevitable immune to mind-affecting, can it be affected by Vision of Madness?
The answer to this question was well hidden. I couldn’t find anything in the Corebook, but both “common sense” and a further search in PFSRD gave me the answer: Insanity is a mind-affecting effect. (http://www.d20pfsrd.com/gamemastering/afflictions/madness)

Q: Why the Hell are you writing in English?
Well, according to the statistics this blog, in the past week, had 170 visitors from English-speaking countries, and only 1 visit from Portuguese-speaking countries. This is a trend I’ve been noticing frequently, so I guess it speaks for itself.
Live long and prosper!

Monday, 25 August 2014

Sessão II.14 - Let There Be Insanity


A simpática personagem acima reproduzida ilustra na perfeição a sessão passada…
Julgo não ter memória, em 16 anos de roleplay, de uma sequência tão cheia de WHAT-THE-FUCKS?!?!?! Por muito que eu me esforçasse para promover a Loucura e a Insanidade na campanha através da história, ou dos NPCs, garantidamente não faria melhor trabalho do que os meus jogadores. Alguém é capaz de me explicar o que andaram a fumar antes da sessão?
Um cavaleiro do rei é tackled com um color spray, anunciado aos transeuntes como “espião dos anões”, teleportado para um esconderijo, as duas personagens LAWFUL do grupo mentem-lhe com cada dente que têm na boca, o desgraçado é libertado no meio da angry mob que o tenta linchar, o paladino vai a correr resgatá-lo das mãos da populaça, e abandona-o num celeiro, seminu, numa quinta perdida nas montanhas…
Se alguma vez eu quiser dar vida a um Avatar of Unluck, acho que este desgraçado é um bom candidato ao lugar.
Considerações gerais:
1) Julgo ter sido escandalosamente roubado! Quando o Barion disse que fazia invisibility at will, colocando todo o grupo invisível, eu assumi que tinha alguma forma de o fazer. Mas se isso é o resultado de um ring of invisibility… o efeito só abrange o utilizador. Portanto: há alguma razão para tanta invisibilidade que eu desconheça, ou fui escandalosamente roubado e como tal vingar-me-ei até à 47ª geração na próxima sessão?
2) Deixo só uma palavra quanto às súbitas mudanças de planos. Não faz grande sentido passar duas horas de sessão a planear o que vão fazer a seguir, para no início da sessão seguinte “olha, afinal esqueçam tudo e vamos antes fazer X”. O caso do “não-assalto” ao tribunal poderia ter sido um momento de grande frustração para o DM. Não foi o caso, porque tal como disse não tinha preparado nenhum “groundbreaking event”, mas imaginemos que se tratava de uma fortaleza, e que tinha investido várias horas a preparar NPCs, armadilhas, plot hooks, etc.? Não vejo qual o sentido de “perder” uma sessão inteira a discutir um plano, para logo a seguir o deixar cair por terra sem que tenha havido qualquer mudança significativa na história ou no ambiente. Se eu fosse um DM particularmente sensível, este era um daqueles momentos que justificava um “e de repente aparece um Great Wyrm Red Dragon no ar… rolem iniciativa!” Não que haja dragões no sítio onde vocês estão…
*cof cof cof*
3) Pus-me a pensar relativamente à resolução futura de eventos inesperados que não dependam da intervenção directa do grupo (como foi o caso do assalto à caravana), e creio que uma boa ideia passa por introduzir um baralho de cartas para determinação aleatória dos resultados. Por exemplo, biscando 3 cartas, se a maioria for de naipes vermelhos resolve a favor dos interesses do jogador/grupo/aliados, se a maioria for de naipes pretos resolve contra esses interesses. Se forem biscadas figuras há intervenção directa de NPCs relevantes (inimigos ou aliados), se forem biscados Ases são critical failures para um dos lados, se for biscado um Joker é o jogador que determina especificamente qual o resultado efectivado. Mais ou menos isto.


Crónica da Sessão e Epílogo: link

Monday, 21 July 2014

Um Novo Modelo de Crónicas



Tenho notado que as crónicas das sessões são cada vez alvo de menos feedback, tal como os posts de discussão das mesmas. Da mesma forma, reparo frequentemente que a maioria dos jogadores não lê as ditas-cujas. Vai daí, pus-me a pensar numa forma mais condensada e visual de fazer os highlights de cada sessão. Até pode ser que resulte melhor numa campanha de longa duração, ou para ajudar à entrada de novos jogadores a meio da história.
É ainda um work in progress. Fica um teste das três últimas sessões.






Wednesday, 25 June 2014

Sessão II.13 – Chaotic Something



Há sessões que correm maravilhosamente bem, sem um gajo estar à espera! Ia para a sessão a pensar: Hoje não estou muito inspirado, e não preparei a sessão. Vamos lá ver como é que as coisas correm…
Se há algo que me põe a engrenagem a funcionar são as situações em que o grupo é forçado a parar para discutir grandes dilemas morais. O que fazer e como fazer. Mais, ter personagens em lados opostos da discussão é do melhor que pode haver para roleplay. Nada consegue tornar um jogo mais monótono do que ter toda a gente de acordo sobre tudo e mais alguma coisa.
Tenho sempre a enorme preocupação de garantir que as escolhas e acções dos jogadores se repercutem na história. Quando o Thorkron passou a inimigo nº 1 do Taurus comecei logo a pensar numa forma de dar corpo a isso. Forçar um mero combate seria sempre algo muito fraquinho e pouco desafiador para o jogador. Portanto, vamos aproveitar a natureza Lawful Evil do antagonista da party e dar largas à imaginação. A Lex Thorkron surgiu no momento perfeito! De repente todas as prioridades do grupo são postas em stand-by. E como vão reagir os dois membros altamente lawful do grupo? Não se trata apenas de ter alguém com alinhamento lawful: trata-se de um PALADINO, e de um membro de uma ORDEM QUE PROTEGE A LEI.
Gostei de sit back and enjoy enquanto o grupo discutia todas as alternativas que culminaram no impensável: o paladino a decidir assaltar um tribunal para roubar uma lei! Também devo dizer que gosto particularmente que os jogadores tenham a flexibilidade de assumir estes papéis que se movem nas zonas cinzentas.
Vamos ver como vai correr o “Assalto ao Tribunal”. Já tive umas ideias que me parecem muito giras e inesperadas para tornar a missão do Bruce Willis um pouco mais memorável. Vá lá… não estão realmente à espera que o pergaminho esteja sossegado em cima de uma mesa à espera que lhe deitem a mão, pois não? >:)

Crónica da Sessão: link
 A luta pela defesa do reino onde habitam leva os companheiros a questionar seriamente onde devem colocar as suas lealdades. Toda a população aparenta estar disposta a travar uma guerra sem trégua contra os anões. Terão que agir contra tudo e contra todos para impedir que a chacina perdure? Qual será o preço a pagar? Algo como a Lex Thorkron?